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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Do Quilombo ao DOI-CODI






No Brasil atual existem pessoas que são a vanguarda do atraso, conservadores progressistas, gente que avança para trás, os 'boleiros' diriam que 'dão' de calcanhar para frente. Um fenômeno criado pela 'ola' iniciada na marola do catraca livre em 2013, que serviu de laboratório, balão de ensaio para os protestos que pavimentaram as ruas rumo ao golpe.

Nesse espetáculo bufo potencializado pela mídia, alguns personagens emergiram dos porões da história, outros travestiram-se de oportunistas e colocaram a 'bundinha' de fora.


Entre os que voltaram das trevas estão o coronel torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, um dos mais sanguinários militares da ditadura no período entre 1970 e 1974, quando chefiava o DOI-CODI. Responsável por torturar Dilma Rousseff, ficou 'famoso' na boca do deputado federal Jair Bolsonaro, embusteiro que surfa na onda do golpe.

Outra figura que voltou das trevas pelas mãos dos fascistas foi o bandeirante Domingos Jorge Velho. FIgura estudada nos livros de história, foi um exterminador de índios e negros, tendo sido figura exponencial na destruição do Quilombo dos Palmares.

Ustra e Velho são personalidades nefastas que envergonham a nossa história, mas que são cultuados por uma faixa etária que preocupa pela pouca idade, pela inexperiência política e facilidade de coaptação pelos neofascistas que vêm impondo o ódio de classes através do preconceito e intolerância.

RIcardo Mezavila.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Editorial Fascista






O editorial de O Globo de hoje é sobre a violência:'Combater epidemia de violência é desafio para 2018'. O texto, muito ruim por sinal, traz velhos clichês do tipo 'a escalada da violência não é um fenômeno novo'; 'enfrentar a violência é um desafio para os governos em 2018'.




Essa mídia é aliada ao que há de mais retrógrado e conservador no país, fomentou o ódio entre a população e apoia um governo lesa pátria. Governo que concedeu o menor reajuste ao salário mínimo desde a implantação do plano real em 1994.




O editorial cita os índices do aumento da criminalidade seguindo as reportagens do próprio jornal. Fala de um Plano Nacional de Segurança integrado, com auxílio das forças armadas e da polícia federal para combater a 'chaga', a 'epidemia'.




Epidemia é um surto periódico de uma doença infecciosa em uma região. Se essa epidemia que o Globo trata tiver que ser combatida, então podemos começar a combater dentro dos seus escritórios, seus estúdios, seus produtos 'enlatados' e seus comentaristas.




Quando o editorial fala que 'é preciso mais do que boas intenções (...) todos sabem disso', está se referindo ao uso da violência para combater a violência. A violência que eles falam não é aquela praticada pelo pessoal do topo da pirâmide, mas por aqueles que estão lá embaixo, com as mãos vazias esperando migalhas, e de olhos tapados para o futuro.




Congelar investimentos por 20 anos em educação e saúde; entregar a Embraer para a Boeing americana; transferir os lucros do petróleo para a Shell; isentar petrolíferas de um trilhão de reais em impostos; reformar a previdência com o suor do trabalhador e do inativo, essa é a 'epidemia' que o Globo apoia, esconde e não combate.




Ricardo Mezavila.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Viva a injustiça!





Agora que, de fato, a injustiça brasileria resolveu abrir seu armário e expor seus esqueletos, fica mais claro para os que andam de olhos vendados para a realidade, que estamos vivendo o pior dos tempos do judiciário na história.

Óbvio que juízes, procuradores, polícia federal e supremo não estão sozinhos na empreitada de fechar as portas do Brasil para os brasileiros. Estão atuando em conjunto com o legislativo e o executivo que são párias de um sistema global que estava perdendo o jogo para a democracia, mas que resolveu reagir.

A reação do mercado é tirar das mãos de países como o nosso, onde tem um povo ávido por sentar no colo do opressor, toda a riqueza natural. Para tanto utilizam o lawfare conrtra as maiores lideranças que lutam por soberania, por direitos e pela democracia.

Como porta voz desse golpe está a mídia comercial, aquela que colore e perfuma as entranhas apodrecidas do sistema corrupto, entreguista e humilhado. Querem que sejamos como o gado que pasta de cabeça baixa, pior que conseguiram fazer isso para consumar o impeachment, para que haja discordância entre os iguais, rupturas entre irmãos, para que tenham ao seu lado um bando de borra botas, alienados, uma horda de imbecis.

As eleições de 2018 é o objetivo, o alvo a ser derrubado. O golpe não faria sentido algum se, dois anos depois, estivesse eleito e empossado pelo sufrágio popular, um líder da esquerda que pudesse rever todos os acordos espúrios através de um referendo revogatório.

Não, Lula não pode concorrer, tem que ser banido da vida pública, nem que para isso seja preciso condena-lo sem provas. E é o que fizeram e está em curso. O julgamento foi antecipado, em tempo recorde, para fraudar, desde já, as eleições de 2018.

Triste país de analfabetos políticos, essa gente que tem por sonho olhar a classe que pertence por cima. Não pensam sozinhas, são presas a argumentos conservadores que dizem claramente que, para sair da pobreza você tem que apoiar a direita, nunca votar em operário.

Nós avisamos à época do golpe travestido de impeachment o que ia acontecer, a 'ponte para o futuro' está aí provando o que sustentávamos. Agora, novamente, estamos alertando para o perigo que será uma eleição sem Lula, sem referendo revogatório.

RIcardo Mezavila

Trabalho, esforço e soberania.







Trabalho, esforço e soberania

Quarenta e cinco dias pelo oceâno, é o tempo médio que um navio cargueiro leva para transportar petróleo do Oriente Médio para os Estados Unidos. É muito dispendioso e a travessia severamente longa. Isso impacta na economia da maior democracia do planeta, lugar abençoado que introjeta na classe média mundial o desejo do 'american dream'.

Se levarmos a questão para o âmbito das relações internacionais e suas terríveis consequências, iremos lembrar que para se apropriarem do petróleo, os EUA criaram uma guerra absurda envolvendo os países daquela região com direito a invasão por suspeita de inexistentes armas químicas, e ainda lucraram, de 'lambuja', com a indústria da guerra.


Passada a quarentena da guerra forjada, os imperialistas começaram a olhar para baixo de suas fronteiras, Na América do Sul existem duas potências petrolíferas onde, históricamente, os governos foram capachos de seus interesses comerciais: Venezuela e Brasil.

Acontece que os dois países, a Venezuela ainda, tinham governos progressistas e populares, não havia o velho motivo de perseguir o 'tirano' e invadir territórios. Ainda havia na vizinhança os governos populares na Argentina, Equador, Chile, Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Como não há guerra sem influenciar a opinião pública, os expansionistas submeteram a população desses dois países a total inversão de valores. No Brasil deram um golpe parlamentar judicial para apear da presidencia Dilma Rousseff, que passou a ser odiada por uma parcela imbecilizada pela mídia.

Com a queda da presidenta eleita surgem os entreguistas prontos a fazerem o serviço sujo e entregar o país às potências mundiais. Na sequência do golpe utilizam o lawfare, perseguição judicial contra alguém e tentam a inelegibilidade de Lula, que vence qualquer um nas urnas e é o único capaz de inviabilizar, através do referendo revogatório, todos esses crimes de lesa pátria praticados pelo legislativo, executivo e judiciário, 'um grande acordo nacional' como disse o senador golpista Romero Jucá.

Na Venezuela, como a participação e engajamento popular de lutas tem mais tradição, os ianques têm mais dificuldades em penetrar e fazer cair o governo de Nicolás Maduro. Tentam, de todas as formas, instigar a opinião pública, principalmente da América Latina, a odiarem Maduro como fizeram com Dilma, Lula, Cristina Kirchner e Evo Morales, presidentes de países estratégicos para o domínio norte americano em nosso continente.

A parte otimista disso é que tem muita gente acordando do 'american dream', gente que foi às ruas protestar contra elas próprias, inocentemente. Gente que percebeu que vive em um país onde se sonha também, onde o sorriso e a alegria sempre foram matérias primas e aos montes, muito maiores do que todos os poços de petróleo que os EUA têm, mais que usa como reserva, porque não é bobo.

Evo Morales: “Unidos, con trabajo, esfuerzo, con seguridad, pronto volveremos al mar con soberanía”.

Ricardo Mezavila.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

De gafes e de mitos


Bem aventurados os que cometem gafes, pois seríamos meio máquinas se não cometêssemos deslizes na língua e no comportamento. Nos últimos dias vimos o secretário estadual de cultura do Rio de Janeiro, em pleno microfone na ALERJ citar Bertoldo Brecha, personagem interpretado pelo ator Mário Tupinambá, que fez sucesso na TV com o bordão: “Veeeenha!” O secretário queria se referir a Bertold Brecht, dramaturgo e poeta alemão e um dos mais importantes do século XX.

Algumas gafes se tornaram comuns, como o repórter que não sabe que está ‘NO AR’ e aparece diante das câmeras penteando-se ou fazendo algum comentário fora da pauta; o âncora de telejornal que boceja ao vivo, ou solta um palavrão; o apresentador que escorrega e cai no palco. Com a ‘patrulha’ da internet, essas gafes se transformam instantaneamente em memes, que logo viralizam nas redes sociais.

A indiscrição involuntária é bastante presente em viagens, quando o turista está pouco informado sobre os costumes, a história e lugares. Por exemplo, no Irã, fazer sinal de positivo com o dedão é o mesmo que levantar o dedo médio por aqui; estalar os dedos para chamar a atenção, é gesto para cachorros, na França; apontar a sola do pé no Líbano e em outros países árabes é considerado ‘afronta’, por isso nunca sente e apoie o calcanhar sobre o joelho. É bom seguir o velho ditado: “Em Roma, faça como os romanos”.

As gafes são tão importantes quanto os mitos, utilizados pelos povos antigos para explicar fenômenos não compreendidos. Na civilização atual o conceito de ‘mito’ deixou de ser a simbologia de personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Para ser mito basta ter uma conta em uma rede social e conquistar milhões de seguidores engajados naquilo que ele, o ‘mito’, diz, pensa e, às vezes, faz.

Ricardo Mezavila é escritor





domingo, 12 de novembro de 2017

Entrevista com Eremildo, o idiota, para o Blog PósTumo.


Encontramos Eremildo em um barzinho, para um rápido bate papo.

Blog: Eremildo, como vai a vida depois do impeachment?
Eremildo: Tudo indo. A economia está se recuperando, a inflação caiu... novos horizontes.
Blog: E os casos de corrupção dentro desse governo?
Eremildo: Estão sendo investigados. A Lava Jato veio para colocar esses corruptos na cadeia.
Blog: Você acha que Lula vai ser preso?
Eremildo: Já devia estar preso. Sergio Moro tem todas as convicções de que ele é dono do tríplex do Guarujá. Tem as provas lá...aquele... aquela... aqueles depoimentos daqueles empresários da Odebrecht. Isso tudo é fato, está na imprensa, é verdade sim.
Blog: Você está falando sobre domínio do fato?
Eremildo: É lógico. Os procuradores estão investigando a Mel, a cadela da dona Marisa (risos)... ela foi picada por cobra no sítio de Atibaia... o que você deduz? Se até a cadela da dona Marisa (risos) frequentava o sítio....  não há a menor dúvida de que o sítio é da família do Lula.
Blog: Você não acha que a justiça tinha que ser mais imparcial com o PSDB?
Eremildo: A justiça é igual para todos. Falam que a justiça persegue esse ou aquele partido, mas não vejo assim, não. Aécio foi afastado, Geddel preso, Cunha tá na cadeia. Não vejo parcialidade que alguns blogs dizem. Assim como Ruy Barbosa, eu acredito na justiça justa.
Blog: Ruy Barbosa disse isso?
Eremildo: Assim como Odorico: se não disse, devia ter dito.
Blog: Eremildo, como você vê o cenário político para 2018?
Eremildo: Olha, você tem um leque de opções: Bolsonaro, Dória, Huck, Meirelles, Alckmin, Serra, Marina, Cristovam Buarque... nomes para governar nós temos, e muitos, Agora, o povo tem que entender que política é a arte de fazer sacrifícios.
Blog: Entre esses que você citou, em qual você votaria?
Eremildo: Primeiro eu vou esperar para ver quem vai estar na disputa. Quero um candidato com força suficiente para acabar com o partidarismo nas escolas, com a imoralidade nas artes, que coloque a educação religiosa no currículo de nossas crianças para resgatar a fé na família, em Deus, nos princípios religiosos e dos bons costumes. Sabe, eu tenho saudade do tempo em que minha mãe não precisava trabalhar, ficava em casa cuidando dos filhos, cozinhando para a família, Naquele tempo os homens eram menos tensos e as mulheres mais submissas e conformadas.
Blog: Mas o conformismo e a submissão não são condições para a felicidade.
Eremildo: Muita gente diz isso, mas se você olhar direito, vai ver que quando se começa a pensar sobre coisas que tiram a sua atenção do propósito da família, aí a pessoa começa a se angustiar e, uma tarefa simples, se transforma em algo complicado. Precisamos preservar a inocência em alguns casos e para algumas pessoas.
Blog: Sobre as reformas que o governo tem implementado, como você vê?
Eremildo: São necessárias e vieram tarde. O trabalhador brasileiro tem muitos direitos e poucos deveres. O empresário tem de arcar com tributos altíssimos e acaba ficando refém dele mesmo. Os trabalhadores precisam dar mais, precisam entender que o país foi reduzido nesses últimos 13 anos de governo petista. Antes que você me pergunte, eu também sou a favor do estado mínimo, precisamos privatizar porque essas empresas são antro de corrupção. O estado tem de ser mínimo e focar apenas naquilo que é essencial.
Blog: Você não acha o setor energético essencial?
Eremildo: De certa maneira, não. Se o governo tem de manter uma empresa, no caso a Eletrobrás, que é um reduto de corruptos, não vejo lucratividade e nem estratégia nisso. É melhor vender para quem sabe administrar e empregar o dinheiro da venda em segurança, que é o maior dos nossos problemas. A sociedade está cansada de ser assaltada, ninguém tem mais a liberdade de sair à noite com a família para comer uma pizza. Aqui mesmo, nessa mesa em que estamos sentados, já presenciei vários assaltos naquele sinal ali. Mas o cidadão não pode portar armas de fogo... olha, eu já teria acertado uns vinte desses moleques se pudesse.
Blog: Já que você falou sobre segurança, o que mais te incomoda quando anda pelas ruas?
Eremildo: Com certeza são as crianças vagando pelas calçadas. Lugar de criança é na escola, mas quando os pais permitem que elas fiquem vagando, pedindo, essas coisas, aí o lugar delas é o Padre Severino. A gente tem que cortar o mal pela raiz, assim se combate a violência. Nossos filhos precisam sair para as baladas com os amigos e a gente tem o direito de deitar e dormir tranquilamente. As crianças abandonadas de hoje são os bandidos de amanhã.
Blog: Mas o estado não existe para protege-las? Não tem o Estatuto da Criança e do Adolescente?
Eremildo: Nada. A responsabilidade de educar é dos pais. Esse negócio de ECA, direitos humanos, isso é uma invenção para proteger marginal. Hoje o que se vê é muito mimimi disso, mimimi daquilo... menino brincando de boneca, menina jogando futebol... depois o que a sociedade cria? Homens pensando igual mulher e vice-e-versa. A bíblia explica o que é ser homem de verdade.
Blog: E por falar em bíblia, o que você pensa sobre a ascensão dos evangélicos na política?
Eremildo: Bem, eu não sou evangélico, aliás, eu não tenho hábito de frequentar cultos com regularidade, mas respeito todas as religiões, menos aquelas que se dizem religião, mas são orgias africanas. Ora, se eu quero que a família seja resgatada, é claro que apoio a ascensão dos evangélicos na política. Sabe, tá faltando a palavra de Deus para muita gente, principalmente para setores esquerdopatas da nossa sociedade.
Blog: Eremildo, para finalizar vamos de bate bola? Música?
Eremildo: Sertaneja e gospel.
Blog: Esporte, personalidade e lazer?
Eremildo: MMA e fórmula 1 ; Mussolini; caça e pesca.
Blog: Para terminar, uma frase.
Eremildo: “Que sorte para os ditadores que os homens não pensem”
Blog: Essa frase é do....

Eremilso: Ele mesmo (risos) Adolf Hitler.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Infeliz classe média





O Brasil está acabando nas mãos desses golpistas. Estão entregando o solo, o pré-sal, os santuários na Amazônia,as empresas estratégicas de energia e os satélites.


O Brasil vai ficar nas mãos das empresas estatais de outros países, isso é inadmissível. Os neoliberais que votaram em Aécio Neves em 2014, os analfabetos políticos, apostam no Estado menor, dizem que as empresas nacionais não são produtivas.


Se elas não são produtivas, por que a China, os EUA, a Noruega se interessam por elas? A classe média jogou no lixo a nossa soberania. Diziam: "nossa bandeira jamais será vermelha". O que vão dizer quando a bandeira vermelha da China estiver no topo de uma empresa entregue à sua admnistração ?


Por que a classe média? Porque foi ela, com sua capacidade de formadora de opinião, que incentivou os viciados em selfies, os doutrinados da mídia mercenária, os seguidores do MBL, a irem às ruas vestidos de CBF, pedir a consumação do golpe.


Agora a classe média não tem mais vergonha de mostrar o que realmente pensa (?), vomita suas opiniões fascistas sem cerimônia. A classe média promove o racismo de classe, mas a cegueira social a impede de perceber que ela também é massa de manobra útil.


A classe média é escrava e se sente feliz em comer migalhas, se sente superior, enquanto é manobrada para que o trabalhador operário, o camponês e os excluídos não tenham o que colocar na mesa.


RIcardo Mezavila.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

O Vulnerável de Almeida



Caetano Veloso tentou se apresentar para uma plateia de homens, mulheres e crianças, que estão na ocupação Povo sem Medo, em São Bernardo do Campo, promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto,

O show foi anunciado em redes sociais, mas não solicitaram autorização da prefeitura, que negou a sua realização por total falta de estrutura. Certo ou errado? Aqui a questão ideológica vai vir sempre antes da legal, ainda mais por envolver um movimento significante e um artista da qualidade do compositor baiano.


Com a proibição, vieram os comentários de uma parte da população que é vulnerável ao tempo da cultura, ou não se importa com isso. Parece que, definitivamente, uma nave desceu na Terra com alienígenas que aqui vivem sem memória, sem apreço ao desenvolvimento da nossa civilização.

Como não foram criados em nenhuma cultura humana, os alienígenas ocuparam as redes sociais para se comunicar de maneira aleatória. Não pode ter vindo de alguém criado em território brasileiro, que aparenta quarenta e cinco anos o comentário : " Caetano, você tem que trabalhar, vagabundo"

As recentes reações carregadas de preconceito, como na invasão na UERJ para protestar contra aula sobre o centenário da Revolução Russa; as intervenções nos museus contra a arte contemporânea; as manifestações de ódio contra partidos políticos de esquerda, isso tudo demonstra o grau de analfabetismo sobre as relações humanas.

O Vulnerável de Almeida é presa inerte e passiva para receber todo o tipo de veneno injetado pelos donos do mercado, travestidos de políticos, de juízes e desse gentio que apascenta suas ovelhas na mídia e nas igrejas.

RIcardo Mezavila.

Solidariedade ao MTST