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quarta-feira, 7 de março de 2018

Cerveja é coisa de Mulher







Em homenagem ao dia das Mulheres vou citar brevemente a Deusa da cerveja, a bela Ninkasi. Filha de Enki, o Deus das águas doces e de Ninti,a Deusa dos relevos. A Deusa Ninkasi nasceu a 6.000 a.C em águas frescas e era conhecida por 'saciar os desejos' e 'satisfazer os corações'. Ela preparava bebida todos os dias para os outros deuses.


Naquela época os homens não ficavam em casa como hoje, resmungando que não tem cerveja na geladeira, tinham que sair para caçar, ir para a guerra contra outros povos. As mulheres ficavam em casa experimentando receitas. Os primeiros cervejeiros eram mulheres. A produção de cerveja era uma tarefa doméstica e de responsabilidade delas, como cuidar da casa e dos filhos.

Durante a Idade Média, na Grã-Bretanha, mulheres chamadas de “Alewives” eram responsáveis pela produção de cerveja; na Babilônia e na Suméria, por volta do ano 4.000 a.C., as mulheres cervejeiras (chamadas de “Sabtíem”) tinham grande prestígio na sociedade e eram consideradas pessoas especiais, com poderes quase divinos.


Foi uma mulher, uma monge beneditina chamada Hildegard Von Bingen, no século X, que colocou lúpulo em uma cerveja pela primeira vez. Ou seja, a cerveja foi descoberta pelas mulheres, é sua bebida preferida na hora de comemorar, ou de jogar conversa fora.


Valeu meninas, pelo oito de março.
Nós agradecemos do fundo do botequim !


Ricardo Mezavila.

domingo, 4 de março de 2018

Cortem os pulsos

Muitos não sabem quem é o argentino Adolfo Pérez Esquivel, premiado com o Nobel da Paz em 1980. Ele é arquiteto, escultor e ativista dos direitos humanos, fundador do Serviço de Paz e Justiça na América Latina, que é uma organização não governamental com sede international em San José, Costa Rica.

A organização dedica-se na defesa dos direitos humanos na América Latina, difundindo a não-violência ativa como instrumento de transformação da realidade e de enfrentamento dos crimes, praticados pelas ditaduras militares que havia se instalado por toda a América Latina.


Esquivel veio ao Brasil e comunicou que vai indicar o ex-presidente Lula ao comitê do Nobel. Em suas redes sociais o ganhador do Nobel da Paz já vinha indicando que :"Vou propor Lula da Silva para o Prêmio Nobel da Paz". O encontro também foi de apoio contra a campanha judicial que pretende evitar a candidatura de Lula.

Assim justificou seu apoio: “A chegada do PT e de Lula à presidência do Brasil marcaram um antes e um depois no país, ao ponto de seu nome converter-se em referência internacional na luta contra a pobreza. Mais de 30 milhões de pessoas foram resgatadas da pobreza extrema, o que reduziu as desigualdades e aumentou o índice de desenvolvimento humano no país”- afirmou Esquivel.

Penso que isso se concretizando, haverá cortes de pulsos coletivos na direita, nos ativistas do fascismo, na classe média pobre que se acha rica e nos acorrentados aos noticiários antipetistas. Como conceber um 'condenado' sendo indicado ao Prêmio Nobel da Paz e, ia esquecendo, com grande probabilidade de receber apoio do Papa Francisco,outro hermano.

Se Lula será aceito pelo comitê situado na Noruega ou não, é para se constatar mais adiante. Mas o fato, por si só, ratifica a liderança incontestável do petista, a perseguição implacável e injusta dos golpistas e a ignorância dos aprisionados pela mídia.

Ricardo Mezavila.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

(...) E Pezão 'meteu o pé'





O rebaixamento do exército à condição de polícia militar para perseguir meninos descamisados nas favelas, é bem a cara desse governo ilegítimo, imoral e covarde. As forças armadas foram criadas para defender a soberania nacional do ataque de outros países.

Os soldados são preparados para matar inimigos em guerra. Quem são os inimigos dessa guerra? Onde estão os inimigos dessa guerra? Que guerra é essa?


Essas perguntas podem ser respondidas por qualquer voz que se levante do senso comum, que se abasteça de informações pelos noticiários das redes comerciais e parciais de televisão.

A intervenção militar responde a essas e a outras tantas perguntas cujas respostas não fazem parte do universo da média do cidadão comum alimentado pela mídia facciosa.

O decreto serve, entre outras tantas possibilidades, a exumar a imagem apodrecida de Michel Tuiutí com as pessoas de baixa envergadura intelectual, que acreditam que a violência é congênita, nasce da pobreza; serve para intimidar o povo caso Lula seja preso;

Serve para dar uma garantia aos deputados indecisos sobre a votação da reforma da previdência, de que seu voto não terá mais impacto do que a intervenção; serve como estratégia para que um fascistóide de direita, como o Rodrigo Maia, surfe nas pontas das baioenetas apontadas para os morros.

O Rio de Janeiro está sendo governado por um general, já que o governador Pezão 'meteu o pé' e 'pira por aí.'

Ricardo Mezavila

Intervenção militar não é bom nem pro Rio e nem para o Brasil



A intervenção militar no Rio soa, dentro do atual caos político, como um golpe de estado em curso. Sabemos que a origem da violência vem da incapacidade da criação de um modelo de educação eficiente que seja, ao mesmo tempo, preventivo e pedagógico.

No atual estágio não há solução a médio prazo, só a longo. A culpabilidade pela edificação da violência está nos frequentes desmontes de programas educativos e sociais de um governo por outro, atendendo a interesses de uma classe em detrimento de outra.


Quando a sociedade experimentou, pela primeira vez, como seria um país com mais oportunidades na educação para aqueles que nunca estiveram no radar social e acessos a bens de consumo pela classe assalariada, os privilegiados sentiram-se inconformados e arrastaram a classe média pelos caminhos obscuros do impeachment.

A segurança do Rio de Janeiro está nas mãos de um general e isso vai fazer crescer a sensação de que o Brasil precisa mesmo disso, de uma intervenção militar. As viúvas e viúvos do regime autoritário, do AI-5, dos tanques nas ruas, das torturas, estufarão seus peitos e voltarão às ruas triunfantes.

O risco de que isso sirva de modelo para o país todo é iminente, e ainda seria uma solução para a exclusão definitiva de Lula, pois não haveria eleição em outubro, e colocaria os Partidos com programas progressistas à margem do processo político.

O momento é muito delicado, a violência realmente é intensa, medidas devem ser tomadas, mas precisamos ficar alertas para que isso, a intervenção militar, não comece como um expediente para tratar da segurança pública e se torne uma solução para todas as questões do país.

Ricardo Mezavila.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Imoralidade, inocência e indiferença






Como era de se esperar, os moralistas sem moral, instrumentos operacionais do golpe, começam a ser descartados após sujarem suas mãos e suas biografias. Se bem que, gente da espécie de Sérgio Moro, Marcelo Bretas, Deltan Dallagnol e os três idiotas do Tribunal Federal da 4ª região estão pouco ligando para isso, são capatazes, capitães do mato.

Depois de levarem a condenação de Luiz Inácio às últimas consequências da estupidez jurídica, agora, somente agora, a imprensa ‘descobriu’ que a verba do auxílio moradia, que seria para pagamento de aluguel de quem é designado a trabalhar fora de sua cidade de origem, é utilizado para outros fins.


Os senhores magistrados, na calada do direito imoral, embolsam um pouco mais de quatro mil reais mensalmente morando em casas próprias. Se o benefício é para pagar aluguel, está claro que não pode ser utilizado fora disso. Se for, é injusto, é crime contra o erário público e o beneficiado é corrupto.

Sérgio Moro disse que o auxílio serve de complemento salarial. Como assim? Complemento salarial devia ser adicional por tempo de serviço, nunca um auxílio específico poderia ter esse fim. Foi esse juiz, com a ratificação dos três patetas de Porto Alegre que condenaram um inocente.

- ‘Lula é inocente? Deixa de ser bobo, rapaz!’, muitos pensam. A presunção de inocência é um princípio jurídico de ordem constitucional, que estabelece o estado de inocência como regra em relação ao acusado da prática de infração penal. Se nenhuma prova foi apresentada nos autos, se a única acusação é de um detento que depôs sem a necessidade de falar a verdade, e que foi beneficiado pela denúncia, então o réu não podia ser condenado. Agregue-se a isso a relevância da defesa ter provado a inocência de seu cliente.

Os esqueletos estão saindo do armário e a sociedade está percebendo que foi enganada, que a operação lava jato é ‘farsa jato’, que seus integrantes são figurinhas peçonhentas de uma história onde o bandido está levando a melhor. As pessoas não estão mais indiferentes ao que está acontecendo, é impossível enganar tata gente por tanto tempo.

O Procurador Dallagnol escreveu em seu livro, que podia ser sua autobiografia: “A corrupção é serial killer que mata em silêncio.”
Ricardo Mezavila

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Para quando meu neto perguntar




A cortina humana que os golpistas utilizam para a bandalheira dos bastidores, é formada pelo ódio incompreensível ao Lula. O ex-presidente criou o maior programa de combate à miséria do mundo, reconhecido por todos os órgãos internacionais e líderes mundiais; criou dezenove universidades PÚBLICAS e financiamento para que qualquer cidadão tivesse acesso às particulares; elevou o país à sexta maior economia do planeta ultrapassando o Reino Unido e se aproximando da Itália.

No período do governo do petista, o brasileiro foi eleito o povo mais alegre e otimista do mundo. Quem morava no exterior falava com orgulho de seu país; com tecnologia nacional foi descoberto o pré-sal, a maior reserva de petróleo do mundo; foi criado o Mercosul e os países do hemisfério sul da América se livraram da famigerada ALCA, sob os auspícios dos EUA; o Brasil foi chamado para ser membro fundador de uma frente com os países emergentes (Rússia, China, Índia e África do Sul) e criaram os BRICS, grupo político de cooperação.

Toda essa estrutura de desenvolvimento e soberania começou a incomodar os detentores históricos do poder. O Brasil avançava para ser uma potência, uma nação que escapava do jugo do capital financeiro internacional, se afastava do controle da burguesia dominante. O Brasil, com suas riquezas naturais, um povo extraordinário e trabalhador, com as novas parcerias e abertura de mercado, caminhava para um lugar onde nunca imaginaram possível, o Brasil estaria entre as quatro maiores potências do planeta.

Então, articularam o golpe parlamentar de 2016. Um dia após a reeleição de Dilma Rousseff, a oposição derrotada anunciava que a Presidenta eleita não governaria, os parlamentares não aprovariam nada. Na verdade esse golpe já vinha sendo articulado quando da descoberta do pré-sal, quando as grandes empresas petrolíferas aliadas aos EUA passaram a monitorar o país, espionaram desde o telefone ao avião presidencial, segundo o site Wikileaks. E, em agosto, a primeira parte do golpe foi concluída.

O governo que assumiu é um desastre para a população, é antipopular. Veio para realizar as reformas nas leis trabalhistas e na previdência; congelar investimentos por vinte anos na saúde e educação; entregou a cereja do bolo, o pré-sal, para as multinacionais, reduziu os investimentos em programas sociais como o 'minha casa,minha vida'; luz para todos; acabou com o Ciências sem Fronteiras; o desemprego bate recordes. A quadrilha política de Temer, Aécio, Jucá, Cunha e Cia, teve a adesão do judiciário e da imprensa golpista no uso do lawfare em manobras 'jurídicas-legais'. Todos juntos, num grande acordo, para retirar nossos direitos e perseguir, sem tréguas e sem provas, a liderança que pode acabar com tudo isso através de um referendo revogatório.

O ex-presidente Lula é o maior impedimento para que o golpe seja consumado integralmente. Por conta disso, foi condenado em 2ª instância pela acusação de recebimento de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista. Em troca teria beneficiado a empreiteira OAS em três acordos com a Petrobrás.O julgamento foi uma farsa jurídica, a defesa provou que o imóvel nunca foi do ex-presidente e a acusação nunca provou que a OAS foi beneficiada pelos contratos. O juiz, que deveria ser imparcial, mas que é peça do plano, condenou Lula por 'atos indeterminados', peça que não existe na literatura jurídica. Lula recorreu à segunda instância e a sentença que era de nove anos e meio de prisão, foi para doze anos e um mês. O imóvel foi penhorado da OAS para pagar credores que a acionavam na justiça, prova mais cabal de que o triplex não era do ex-presidente, impossível.

Com Lula fora da disputa presidencial de 2018, fica mais fácil emplacar um candidato da direita comprometido com o neoliberalismo entreguista. Nas pesquisas de intenção de voto Lula liderava e, fizeram uma depois da condenação, ele ainda lidera com 37% dos votos válidos, isso implica em vitória iminente nas urnas. Dilma sofreu impeachment por alegação de crime de responsabilidade, as 'pedaladas' fiscais que nunca foi e não é crime, por isso foi golpe; Lula foi condenado sem provas, mesmo tendo provado sua inocência e corre o risco de ser preso. Esse é o retrato de um país que caminhava para o patamar das nações respeitadas pelos outros países, soberanas e em pleno desenvolvimento econômico e social.

Ricardo Mezavila.
Janeiro/2018

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Parasitas




O Golpe arrastou o país para uma situação característica da família média brasileira: Dependência financeira da aposentadoria de algum idoso próximo. Esse fato é comum quando há familiares desempregados, doentes, ou avesso ao trabalho.

Um dos objetivos do Golpe era vender nosso patrimônio, isso já foi providenciado, depois retirar direitos dos trabalhadores ativos, já resolvido; agora, o governo golpista está na situação do parente parasita'. Depende da reforma da previdência para tapar o rombo que criaram com a falta de produção.


Essa quadrilha articulou tudo às claras, foram pegas em escutas como : "Com a Dilma não dá. Temos que estancar a sangria, colocar o Michel, num grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo".

Infelizmente eles só conseguiram sucesso porque a mídia levou às ruas uma boiada uniformizada e ideologicamente nula. Que sustentaram organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência.

Ricardo Mezavila.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

RIP 'justissa'


No mesmo dia em que os 'desembarcadores da justissa' da republiquinha vira-lata condenou Luís Inácio, a procuradora geral da republiquinha, Raquel Dodge, arquivou processo contra José Serra que tramitava pelo PGR.

No mesmo dia o advogado representante dos direitos humanos da ONU, Geoffrey Robertson, que acompanhou o circo sentado na arquibancada do TRF4, escreveu suas impressões sobre o que viu e disse estar estarrecido.


"Foi uma triste experiência ver que normas internacionais de um julgamento justo não parecem ser seguidas no sistema brasileiro" , disse o jurista, que vai levar à ONU as violações dos direitos que tem presenciado por aqui.

Os 'desembarcadores da justissa' fecharam o caixão, jogaram a última pá de terra, foram os coveiros de uma democracia tão jovem e promissora que morre abraçada com a soberania.

Enquanto isso, os patos pobres de direita, batem palmas para a condenação de Luís Inácio na mesma plateia que Michel Temer, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Aécio Neves, Fernando Henrique, os irmãos Marinho, Jorge Paulo Lemann, GIlmar Mendes, Paulo Skaf, etc.

Ricardo Mezavila.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Olha a banana, olha o bananeiro



Na escola aprendi que 'a justiça tarda, mas não falha' e que 'a justiça é cega'. Entendia que isso norteava nossas decisões, servia para que respeitássemos os direitos individuais e coletivos. As leis são feitas para que nosso comportamento e atitudes sejam compatíveis com a forma que nos relacionamos com pessoas e instituições.

Meus pais sempre foram trabalhadores e honestos, cumpridores dos deveres tributários estabelecidos. Cidadãos conscientes de suas obrigações e atentos com a nossa criação, para que fôssemos justos e corretos.

Aqui nesse país esses valores se perderam, a justiça é falha e cega quando convém. Estamos vivendo a pior das ditaduras, a do judiciário. O cidadão não tem mais a quem recorrer, está sozinho. Aquela 'última instância' que servia de alento e esperança foi violentada e apodrece nos tribunais.

Se juízes, procuradores e desembargadores, cargos respeitadíssimos no passado, são capazes de condenar uma personalidade como Luis Inácio sem nenhuma prova, imaginem o que podem fazer depois disso...

Esses bandidos togados são instrumentos perversos que homologam a retirada de nossos direitos. Esse país que era considerado e admirado no mundo, que atravessou a crise de 2008 como marola, que pagou a dívida externa, que emprestou dinheiro para o FMI, que viu aumentar o número de escolas técnicas e universidades, que levou para a sala, e fez com que milhares de jovens trocassem a enxada pelo lápis; esse país agora é uma republiqueta.

Como sustentar um país sem produção? A falta de produção gera desemprego, o desemprego gera a falta de consumo, a falta de consumo gera défict na arrecadação. As empresas lucrativas como a Petrobrás e a Eletrobrás foram repartidas com o capital estrangeiro e ainda vem mais por aí.

O neoliberalismo vai chegar a um ponto que a república bananeira vai falir, então vão meter a mão na sua aposentadoria. Não há limites para as rapinas. O pior é que todo mundo já devia ter percebido que entregamos o país para uma quadrilha esfomeada e subserviente aos interesses das grandes nações.

Esse país, que um dia teve nome, não vai passar de um mero celeiro reprodutor de terceirizados, não trabalhadores, porque trabalhador era aquele cidadão como o meu pai.

RIcardo Mezavila.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Operação Ordem de Despejo





A operação lava jato, desde sempre, utiliza a metáfora mais ou menos certa, se levarmos em consideração que um lava jato só lava por fora, mas a operação deveria ser batizada com um jargão do ramo imobiliário tipo: 'Operação Ordem de Despejo'.

Estão vendendo tudo o que nos pertence, em breve o país não terá mais recursos para se manter. Vão querer aumentar impostos, mas não tem dinheiro circulando porque não tem emprego suficiente. A saída será suspender o pagamento dos aposentados e pensionistas para cobrir o rombo.


A população pobre se transformará em uma sociedade de inadimplentes congênitos, sem rumo, sem emprego, sem escola, sem lazer e sem teto.

Vagando perdidos estarão os funcionários públicos que apoiaram o golpe, os militares que reprimiram as manifestações, os pequenos empresários que se achavam prósperos, a classe média que bateu panela e os 'descartados', aqueles que pensavam que seriam aproveitados pela elite.

A justiça brasileira foi a última a tentar apagar o fogo com gasolina, então que apague a luz, feche a porta e aguente as consequencias.

RIcardo Mezavila